Cheiro da Guela
Zapi
Originalidade e resistência em “Cheiro da Guela” de Zapi
Em “Cheiro da Guela”, Zapi constrói uma identidade única ao misturar referências improváveis e homenagear nomes importantes da música brasileira. No verso “jabuti na corrida da lebre / Só que mais loquitran, um djavan no rap”, ele se apresenta como alguém que, mesmo não sendo o mais rápido ou convencional, aposta na criatividade e na mistura de estilos. A menção a Djavan dentro do universo do rap mostra essa fusão de influências, enquanto as citações a Sabotage e Racionais MC's reforçam o respeito às raízes do gênero e à cultura de rua.
Expressões como “dixavando uns beck” e “abrindo as portas com rap / a porra da chave mestra” destacam o tom urbano e descontraído da letra, além de sugerirem que a música e a vivência nas ruas são caminhos de ascensão e resistência. A canção também aborda a necessidade de vigilância e desconfiança no cotidiano das periferias, como em “Fica esperto zapi! / Não querem seu bem, hem?! / E aperta o passo, até no olfato quem cagueta eu flagro”. O “cheiro da guela” funciona como metáfora para a percepção aguçada, essencial para identificar perigos e falsidades. Ao citar “fogo na babilônia”, Zapi faz referência à luta contra sistemas opressores, enquanto o refrão “Xeque mas não mate corra mas não morra” resume a ideia de enfrentar adversidades sem se deixar abater. A crítica à cidade de São Paulo aparece em “sp sodoma”, comparando-a a um ambiente de corrupção, mas também de criatividade e sobrevivência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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