
Atemporal
Zarastruta
Crescimento e autenticidade em "Atemporal" de Zarastruta
Em "Atemporal", o grupo Zarastruta explora a aceitação das incertezas e dificuldades da vida, evidenciada no verso repetido “deixa acontecer, deixa afundar”. Essa postura mostra que o grupo encara os desafios sem medo de errar ou se expor, refletindo o amadurecimento conquistado ao longo de mais de uma década de carreira, como destacado no contexto do álbum. A letra mistura cenas do cotidiano, como pegar ônibus para a aula e carregar uma “mochila pesada”, com metáforas de luta e resistência, como “quebrar essas barras” e “malha bebendo”, sugerindo que o crescimento pessoal surge tanto das dificuldades quanto das rotinas diárias.
O trecho “minhas rimas são atemporal / memórias de carnaval / os dias parecem milênios” reforça a ideia de que as experiências e histórias do grupo ultrapassam o tempo, tornando-se universais. A recusa ao “senso comum” e a valorização da autenticidade aparecem em versos como “odeio o incenso, canso do senso comum”. Já a escolha de não se preocupar em ser o “artilheiro” e preferir “ver o jogo rolar” revela uma filosofia de vida menos competitiva, focada no processo. O segundo verso, com Maori, aprofunda essa visão ao abordar cansaço, problemas persistentes e a importância dos amigos verdadeiros, mostrando orgulho e pertencimento na caminhada coletiva. Assim, "Atemporal" celebra autenticidade, resiliência e liberdade, refletindo a evolução do Zarastruta e sua conexão com o público.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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