
Éblouie Par La Nuit
Zaz
Noite, solidão e esperança em “Éblouie Par La Nuit” de Zaz
A música “Éblouie Par La Nuit”, de Zaz, utiliza a noite como símbolo da vulnerabilidade e da transitoriedade das experiências urbanas. O verso “De nos nuits de fumette il ne reste presque rien / Que des cendres au matin” (Das nossas noites de fumaça não resta quase nada / Só cinzas pela manhã) mostra como momentos intensos acabam se tornando apenas lembranças, reforçando a ideia de que tudo é passageiro. A letra também aborda a solidão e a espera, como em “Je t'ai attendu 100 ans dans les rues en noir et blanc” (Esperei por você cem anos nas ruas em preto e branco), transmitindo tanto abandono quanto uma esperança persistente de reencontro ou recomeço.
Expressões como “à coups de lumière mortelle” (a golpes de luz mortal) e “à shooter les canettes aussi paumée qu'un navire” (atirando latas, tão perdida quanto um navio) destacam o contraste entre a luz artificial da cidade e a escuridão interior, além de sugerirem comportamentos de fuga ou autodestruição. O questionamento “Faut-il aimer la vie ou la regarder juste passer?” (É preciso amar a vida ou apenas vê-la passar?) traz uma reflexão existencial sobre o sentido da vida diante da rotina e do vazio. O videoclipe, que mostra Zaz ao lado de um sem-teto nas ruas de Paris, reforça o clima de introspecção e solidão, conectando a letra à realidade de quem vive à margem. Assim, a canção retrata de forma sensível a fragilidade humana diante do tempo, da cidade e das próprias emoções.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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