
Último Adeus
Zé Carreiro e Carreirinho
Despedida e resignação em "Último Adeus" de Zé Carreiro e Carreirinho
"Último Adeus", de Zé Carreiro e Carreirinho, retrata de forma direta o sofrimento do narrador ao presenciar o casamento de sua amada com outro homem. A cena central, descrita em “Vi de branco com outro ao seu lado / Quando a escada da igreja descia”, mostra o protagonista enfrentando a dor da perda, mas também reconhecendo a felicidade da mulher que ama. O tom da música é marcado pela melancolia e pela aceitação do sofrimento, características presentes no sertanejo raiz.
Lançada em 1955, a canção reflete o contexto da época e a tradição de Zé Carreiro e Carreirinho em usar uma linguagem simples, mas carregada de emoção. A metáfora presente em “Não lastime que a morte é um alívio, / E a vida é tão triste ausente de ti” não indica um desejo literal de morrer, mas sim a profundidade da dor causada pela separação, algo comum nas letras sertanejas daquele período. A repetição do "adeus" e o pedido para que a amada não questione o motivo do choro reforçam a resignação do narrador, que aceita o fim do relacionamento sem rancor, apenas com tristeza e saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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