
Pirangueiro
Zé Carreiro e Carreirinho
Orgulho e simplicidade na rotina de “Pirangueiro”
A música “Pirangueiro”, de Zé Carreiro e Carreirinho, retrata o cotidiano de um pescador solitário do interior paulista, destacando seu orgulho pela autonomia e respeito à natureza. Termos como “piquá”, “cóvo” e “timbó” não aparecem apenas como detalhes técnicos, mas ajudam a inserir o ouvinte no universo cultural dos pescadores da região, reforçando a autenticidade e o valor das tradições locais. Quando o personagem afirma “Eu pesco na água limpa não preciso do timbó”, ele deixa clara sua postura ética, preferindo métodos tradicionais e rejeitando o uso do timbó, uma planta que envenena peixes. Isso demonstra respeito ao meio ambiente e à tradição da pesca artesanal.
A letra também transmite a satisfação do personagem com a vida simples e isolada, como em “Naquela beira de rio, sem vizinho eu moro só”. Ele encontra alegria em preparar sua comida, organizar os apetrechos e navegar pelo rio Mogi em busca dos melhores pontos de pesca. Elementos como o entardecer, o lampião servindo de farol e o canto do galo ao amanhecer criam uma atmosfera de tranquilidade e conexão com o ciclo natural. “Pirangueiro” é, assim, um retrato fiel do cotidiano do pescador, celebrando a vida simples, o trabalho honesto e a relação harmoniosa com a natureza.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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