
Infância é uma só
Zé Carreiro e Carreirinho
Memórias rurais e saudade em “Infância é uma só”
A música “Infância é uma só”, de Zé Carreiro e Carreirinho, destaca como as lembranças do ambiente rural e das tradições familiares marcam profundamente a memória afetiva. O verso “Vi minha casa de tábua, lá no alto a escolinha / Quando vi o monjolo d’água, e mamãe fazendo farinha” traz imagens do cotidiano simples do campo, elementos típicos da cultura caipira que a dupla sempre valorizou em suas canções. Essas cenas não apenas ilustram a vida rural, mas também despertam um sentimento de pertencimento e saudade, reforçando a importância das raízes e das experiências vividas na infância.
A letra também questiona a ideia de que “homem não chora”, mostrando que as emoções ligadas às lembranças da infância são profundas e universais. Isso fica claro no trecho “Duvido alguém que não chore, se voltasse à sua infância”. Ao relembrar cenas como o pai a cavalo, os irmãos laçando bois e a mãe trabalhando, a música cria uma atmosfera nostálgica e acolhedora. O refrão “Nossa infância é só uma” reforça a singularidade desse período, convidando o ouvinte a valorizar e guardar com carinho as memórias da infância, especialmente no contexto rural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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