Vou Embora Pro Sertão
Zé Cícero Forrozeiro
O Retorno ao Sertão: A Saudade de Zé Cícero Forrozeiro
A música "Vou Embora Pro Sertão" de Zé Cícero Forrozeiro é uma ode à vida no campo e um lamento sobre a desilusão com a vida na cidade grande. A letra expressa a saudade e o desejo do narrador de retornar ao seu lugar de origem, o sertão, onde ele se sente verdadeiramente em casa. A cidade grande, com sua falta de elementos naturais e culturais que são essenciais para a identidade do narrador, é descrita como um lugar de ilusão e desapontamento.
O narrador menciona a ausência de vaquejadas, o canto do galo, o chocalho do gado e o cheiro do mato, elementos que são intrínsecos à vida no sertão. Esses elementos não são apenas aspectos físicos, mas também símbolos de uma vida simples e autêntica, em contraste com a vida urbana que ele não consegue se acostumar. A repetição de que cada passo na cidade grande é uma ilusão reforça a ideia de que a vida urbana é vazia e sem sentido para ele.
Além disso, a música destaca a importância das tradições e da cultura sertaneja, como as toadas, cavalgadas e corridas de mourão. Esses eventos são mais do que simples atividades; eles representam a conexão do narrador com sua terra e suas raízes. A espora e o chapéu, mencionados na letra, são símbolos de sua identidade como vaqueiro, algo que ele não quer perder. O pedido final para morrer no sertão é um apelo emocional profundo, mostrando que, para o narrador, a verdadeira felicidade e paz só podem ser encontradas em seu lugar de origem.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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