Adeus Riacho de Pedra
Zé de Almeida
Despedida e saudade em “Adeus Riacho de Pedra” de Zé de Almeida
Em “Adeus Riacho de Pedra”, Zé de Almeida expressa uma despedida marcada por forte apego às raízes e à cultura sertaneja de Santana do Ipanema, sua terra natal. A repetição do verso “Adeus riacho de pedra, terra de erva macia” reforça não só a saída física do local, mas também o vínculo emocional com o ambiente e as tradições do sertão nordestino. O compositor utiliza imagens como “capim mimoso”, “umbu frondoso” e “xexéu de bananeira” para criar um retrato detalhado do cenário rural, mostrando que cada elemento do lugar carrega memórias afetivas importantes. Esses detalhes evidenciam a autenticidade da homenagem e a ligação do artista com sua infância e juventude.
A canção transmite uma saudade profunda, que vai além do espaço físico e alcança as pessoas e experiências vividas ali. Ao citar “as belas meninas que tanto amava e queria”, “o café que mãe fazia” e “as moças que namorei”, Zé de Almeida mostra como as relações familiares, amizades e amores fazem parte desse universo de lembranças. O tom de despedida é direto e sincero, e cada estrofe funciona como um inventário emocional do que ficou para trás. O verso “Adeus até outro dia” sugere esperança de reencontro, seja real ou apenas nas lembranças, reforçando o apego às origens e à cultura sertaneja que o artista sempre celebrou.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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