
Pescador
Zé do Cedro e Tião do Pinho
Orgulho e liberdade rural em "Pescador" de Zé do Cedro e Tião do Pinho
Em "Pescador", Zé do Cedro e Tião do Pinho retratam a vida de um homem que escolhe viver isolado à beira do Rio da Morte, buscando simplicidade e autonomia. O protagonista enfrenta críticas dos parentes, como mostra o verso: “Os parentes me criticam / Que fui morar na biboca”, evidenciando o preconceito por adotar um estilo de vida considerado rústico. A menção ao “sangue as muriçoca” reforça sua resistência às dificuldades naturais, como os mosquitos e outros desafios do ambiente rural.
A letra destaca o valor do conhecimento prático e da independência, com detalhes sobre a escolha da carabina e dos equipamentos de pesca. O pescador sente orgulho de não depender da cidade, como revela o trecho: “Porque o clima da cidade / Francamente me sufoca”. O contexto da música sertaneja tradicional, presente nas apresentações da dupla, reforça o apego à vida rural e à liberdade, mesmo que isso signifique abrir mão dos confortos urbanos. O verso final, “A vida que eu levo agora / Eu não quero nada em troca”, resume o sentimento de realização e contentamento do protagonista, celebrando a autenticidade e a paz encontradas no campo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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