
Banquete de Hipócritas
Zé Geraldo
Crítica social e poder em "Banquete de Hipócritas" de Zé Geraldo
"Banquete de Hipócritas", de Zé Geraldo, utiliza a metáfora de um banquete para expor de forma direta e irônica a dinâmica de poder nas organizações. A letra descreve uma cadeia hierárquica onde cada superior "devora" o subordinado, como nos versos: “O presidente come o vice-presidente / Que come o diretor / O diretor come o gerente...”. Essa sequência mostra como a exploração e a opressão descem em cascata até chegar ao trabalhador, que, sem ninguém abaixo de si, “come o pão que o diabo amassou”. Essa expressão popular reforça o sofrimento e a precariedade enfrentados por quem está na base da pirâmide social.
O refrão repetido, “Banquete de hipócritas”, denuncia a hipocrisia dos que ocupam cargos de poder, sugerindo que todos participam desse ciclo de exploração, mas poucos reconhecem sua responsabilidade. O verso “Quem sobrou fui eu” destaca o sentimento de abandono e injustiça vivido pelo trabalhador, o mais prejudicado nesse sistema. A letra critica não só a desigualdade e a falta de ética nas relações de trabalho, mas também faz um comentário social mais amplo sobre a perpetuação da injustiça e da hipocrisia nas estruturas de poder. O uso de linguagem simples e direta, marca registrada de Zé Geraldo, torna a crítica acessível e impactante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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