
Vai de Madureira
Zeca Baleiro
Contraste social e orgulho popular em “Vai de Madureira”
A música “Vai de Madureira”, de Zeca Baleiro, explora de forma bem-humorada o contraste entre o luxo inalcançável e a criatividade das classes populares brasileiras. Ao mencionar marcas sofisticadas como “água Perrier”, “Moët Chandon”, “Cordon Bleu” e destinos como “Nova York”, e logo em seguida apresentar alternativas acessíveis como “cachaça”, “cabidela”, “vatapá”, “bingo de bairro” e “Madureira”, Baleiro ironiza o consumismo e a busca por status. O verso “Quem não pode Nova York vai de Madureira” resume essa ideia, usando Madureira, bairro tradicional do Rio de Janeiro, como símbolo de autenticidade e resistência cultural diante do desejo de ostentação.
A letra valoriza o cotidiano e a cultura popular, com referências como “vou na Creuza costureira do oitavo andar” e “feijoada da Zilá”, que destacam o trabalho e as soluções criativas do povo. Menções ao BNH (conjunto habitacional popular) e ao “bingo de Irajá” aproximam a canção da realidade de muitos brasileiros. Assim, “Vai de Madureira” celebra a capacidade de adaptação, o orgulho de ser quem se é e a alegria encontrada nas pequenas coisas, usando o humor para criticar as desigualdades sociais e exaltar a riqueza da cultura popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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