
Cigarro
Zeca Baleiro
Solidão e autoconhecimento em "Cigarro" de Zeca Baleiro
Em "Cigarro", Zeca Baleiro utiliza o cigarro como uma metáfora poderosa para expressar o isolamento emocional. O verso “A solidão é meu cigarro” mostra como a solidão, assim como o ato de fumar, é algo que se consome aos poucos: traz um alívio passageiro, mas também causa desgaste. A música mergulha na introspecção, com o eu lírico buscando sentido em meio à dor e à incompreensão. Isso fica claro quando ele afirma: “Minha canção é meu socorro”, indicando que a música é seu refúgio diante das dificuldades e da sensação de não pertencer a ninguém.
A letra também reflete uma postura de incerteza diante das grandes questões da vida. Em “Não creio em santos e poetas / Perguntei tanto e ninguém nunca respondeu”, o artista revela um desencanto com respostas tradicionais, sugerindo que cada pessoa precisa encontrar seu próprio caminho para lidar com as dores do coração. O trecho “O amor é pedra no abismo / A meio-passo entre o mal e o bem” apresenta o amor como algo ambíguo, capaz de salvar ou ferir. No final, a canção destaca a importância do perdão, tanto para quem perdoa quanto para quem perdeu, mostrando que superar a dor envolve aceitar as próprias limitações e as dos outros. Assim, Zeca Baleiro transforma experiências cotidianas em reflexões profundas sobre sentimentos universais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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