
Balada do Asfalto
Zeca Baleiro
A Solidão Urbana e a Busca por Significado em 'Balada do Asfalto'
A música 'Balada do Asfalto' de Zeca Baleiro é uma reflexão poética sobre a vida urbana e a solidão que muitas vezes a acompanha. A letra começa com um pedido de beijo, um gesto de intimidade e conexão em meio ao caos da cidade. O eu lírico se sente envelhecido e cansado, como se tivesse 'cem anos', mas seu coração ainda bate com a energia de um pandeiro em um samba, simbolizando a resistência e a vitalidade que persistem apesar das adversidades.
A imagem do asfalto e dos automóveis representa a modernidade e a impessoalidade da vida urbana. Mesmo quando se está sozinho, há sempre a presença de outras pessoas, muitas vezes indesejadas, como 'idiotas ao redor'. O eu lírico carrega consigo alguns trocados para o café, um pequeno conforto em meio à rotina. O futuro é anunciado de forma luminosa em um outdoor, mas essa luminosidade pode ser vista como superficial, uma promessa vazia em um mundo cheio de reclames e distrações.
A letra também faz referência a um 'velho bardo', possivelmente um poeta ou cantor antigo, cujos versos o eu lírico rumina como se fossem alimento para sua alma. A venda da alma a um 'velho apache' e a citação do 'intrépido cowboy' sugerem uma busca por significado e autenticidade em um mundo que parece perdido. A alma é vista como o segredo do negócio, a essência que dá sentido à existência em meio à superficialidade da vida moderna.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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