
Flor da Pele
Zeca Baleiro
Vulnerabilidade e intensidade emocional em “Flor da Pele”
Em “Flor da Pele”, Zeca Baleiro retrata um estado de extrema sensibilidade emocional, já evidenciado no verso “ando tão à flor da pele”. A letra mostra como qualquer estímulo, mesmo simples, pode provocar reações intensas, como chorar com um “beijo de novela” ou se emocionar com um “olhar flor na janela”. A música foi composta em 1989, mas só ganhou destaque anos depois, especialmente ao incorporar versos de “Vapor Barato”, como “Eu estou tão cansado / Mas não pra dizer / Que não acredito mais em você”, ampliando o sentimento de exaustão e desamparo do personagem. Essa mistura de referências reforça a sensação de estar perdido, como um “barco sem porto, sem rumo, sem vela” e um “cão sem dono”.
A letra traz metáforas que expressam a intensidade e a contradição dos sentimentos, como em “meu desejo se confunde com a vontade de não ser” e “minha pele tem o fogo do juízo final”. Esses trechos mostram o desejo de viver tudo ao máximo, mas também o cansaço diante do peso das emoções. O verso “às vezes me preservo, noutras, suicido” deixa clara a oscilação entre autoproteção e autodestruição, revelando a luta interna do personagem. Ao mencionar “um menino, um bandido”, a canção sugere as diferentes facetas humanas, alternando entre inocência e transgressão. “Flor da Pele” permanece relevante por abordar, de forma direta e sensível, a fragilidade e a intensidade dos sentimentos humanos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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