
Telegrama
Zeca Baleiro
O humor e a leveza do amor em "Telegrama" de Zeca Baleiro
Em "Telegrama", Zeca Baleiro utiliza o telegrama como símbolo central para transmitir uma mensagem de amor de forma inusitada e nostálgica. O próprio artista já comentou que, em 2002, o telegrama era um meio de comunicação ultrapassado, o que reforça o tom bem-humorado da música. Essa escolha mostra que, mesmo em tempos modernos, um gesto simples e inesperado pode transformar completamente o dia de alguém. A letra traz comparações exageradas e divertidas, como “mais sem graça que a top model magrela na passarela” e “mais solitário que um paulistano”, para ilustrar o estado de desânimo do personagem antes de receber a notícia.
A chegada do telegrama, vindo de “Aracaju ou do Alabama”, destaca que o amor não conhece fronteiras, tornando a mensagem universal e quase fantasiosa. O refrão, “hoje eu acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado, de bater na porta do vizinho e desejar bom dia, de beijar o português da padaria”, mostra de forma leve como o amor pode inspirar gestos de generosidade e alegria espontânea. O trecho final, “Me dê a mão, vamos sair pra ver o Sol”, retirado de “Estrada do Sol” de Tom Jobim, encerra a música com um convite à leveza e ao otimismo. A repetição de “Mama, ô mama, quero ser seu papa” reforça o tom lúdico e carinhoso da canção. "Telegrama" celebra como pequenas demonstrações de afeto podem mudar o humor e a perspectiva de alguém no cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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