
Salão de Beleza
Zeca Baleiro
A crítica à vaidade e à autenticidade em “Salão de Beleza”
Em “Salão de Beleza”, Zeca Baleiro questiona os padrões tradicionais de beleza ao afirmar que “há menos beleza num salão de beleza” do que na autenticidade do dia a dia. O artista destaca, nos versos “A beleza que põe mesa / E que deita na cama / A beleza de quem come / A beleza de quem ama / A beleza do erro / Puro do engano / Da imperfeição...”, que a verdadeira beleza está nas experiências simples, nos afetos e nas imperfeições humanas. Ele contrapõe essa visão à busca constante por uma aparência idealizada, incentivada por salões e pela indústria estética.
A ironia aparece quando Baleiro menciona procedimentos como “permanente, massagem, rinsagem, reflexo e outras 'cositas más'”, sugerindo que esses rituais são superficiais diante do valor da naturalidade. As referências a Linda Evangelista e Isabelle Adjani, símbolos internacionais de beleza, reforçam o contraste entre padrões inalcançáveis e a beleza real, espontânea, representada pela “morena bela” da canção. Dessa forma, “Salão de Beleza” faz uma crítica leve e bem-humorada à vaidade excessiva e valoriza a autenticidade, mostrando que a beleza mais admirável está no cotidiano, nas relações e na aceitação das imperfeições.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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