
Calma Aí, Coração
Zeca Baleiro
Reflexão sobre emoções e razão em “Calma Aí, Coração”
Em “Calma Aí, Coração”, Zeca Baleiro transforma o coração em um personagem inquieto, tratado com uma mistura de afeto, ironia e cansaço. A letra é construída como um diálogo direto, em que o eu lírico pede ao próprio coração que seja mais moderado e equilibrado. Isso fica claro em versos como “Eu já falei tantas vezes / E você nada de me ouvir” e “Coração surdo não tem juízo / Não ouve nunca a voz da razão”, mostrando a dificuldade de conciliar emoção e racionalidade.
A música também brinca com a ideia de que o coração é teimoso e impulsivo, chamando-o de “doido, louco, maluco” e destacando a contradição de que “o que liberta é também prisão”. O videoclipe reforça esse tema ao mostrar Zeca Baleiro como uma versão mais velha e rabugenta de si mesmo em uma casa de repouso, sugerindo que o desafio de lidar com as emoções persiste com o tempo. A letra reconhece que, apesar das tentativas de controlar os sentimentos, o coração segue seu próprio rumo, levando a desilusões e enganos, como em “Bandido cansado de enganos / Heróis de capa e espada na mão”. Ao pedir para o coração “esquecer metas, retas e planos” e apenas “velejar no mar escuro da ilusão”, a canção aponta para a inevitabilidade dos impulsos emocionais, mas também destaca a importância de buscar equilíbrio e autoconhecimento diante das paixões da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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