
Dona Libélula
Zeca Baleiro
Folclore e humor popular em “Dona Libélula” de Zeca Baleiro
“Dona Libélula”, de Zeca Baleiro, explora de forma divertida a variedade de nomes populares dados à libélula no Brasil, como “macaquinho”, “cabra-cega” e “pito-do-demo”. Esses apelidos mostram a criatividade do folclore brasileiro e como a cultura popular transforma um inseto comum em personagem de histórias e lendas. O tom lúdico da música reflete o olhar curioso e bem-humorado de Zeca Baleiro sobre o cotidiano, valorizando a riqueza cultural presente nos pequenos detalhes do dia a dia.
A letra repete frases como “Mas que mentira...” e “Peguei na mentira...”, sugerindo um jogo de engano e ilusão. Isso pode ser interpretado como uma referência à natureza escorregadia e quase mágica da libélula, que nunca se deixa capturar facilmente. Ao chamar a libélula de “demoiselle chique” e “donzelinha encantada”, a canção mistura ironia e encanto, brincando com a ideia de que, apesar de parecer uma criatura mística, ela é também uma “mentirosa” por nunca ser realmente alcançada. A participação de Tom Zé reforça o clima experimental e criativo, tornando a música uma homenagem ao humor e à inventividade da cultura popular brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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