
Catedral
Zélia Duncan
Refúgio interior e autoconhecimento em "Catedral"
Em "Catedral", Zélia Duncan utiliza a imagem da catedral como uma metáfora para o espaço interno de cada pessoa, mostrando que o verdadeiro refúgio diante da solidão e das incertezas é construído dentro de si. A letra descreve a travessia de um "deserto", representando momentos de isolamento e provação, até encontrar no silêncio um "templo em mim". Esse trecho destaca que a força e o autoconhecimento vêm do interior, e não de relações ou lugares externos.
O verso “No silêncio uma catedral / Um templo em mim / Onde eu possa ser imortal” reforça a busca por um espaço de introspecção e permanência pessoal. O encontro com o outro, citado em “É deserto onde eu te encontrei / Você me viu passar”, é marcado pela distância e pela impossibilidade de permanência, o que intensifica o sentimento de solidão, mas também motiva a busca por respostas dentro de si. A música, originalmente composta por Tanita Tikaram e adaptada por Zélia Duncan, traz uma atmosfera de reflexão sobre a existência, transformando "Catedral" em um símbolo de resistência emocional e da construção de um abrigo íntimo diante das adversidades da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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