
Carne e Osso
Zélia Duncan
Humanidade e imperfeição em "Carne e Osso" de Zélia Duncan
"Carne e Osso", de Zélia Duncan, explora como a busca pela perfeição pode nos afastar da nossa própria humanidade. A música sugere que aceitar as imperfeições é fundamental para vivermos de forma plena e autêntica. No verso “Alegria do pecado às vezes toma conta de mim / E é tão bom não ser divina”, Zélia expressa o prazer de se permitir errar e sentir, rejeitando a ideia de uma existência idealizada e inalcançável.
A escolha da música como tema da novela "Sete Pecados" reforça a ligação entre a letra e a reflexão sobre falhas e virtudes humanas. Quando canta “Me cobrir de humanidade me fascina / E me aproxima do céu”, Zélia mostra que abraçar nossas limitações e desejos nos torna mais completos e, de certa forma, mais próximos do sublime. A crítica à perfeição aparece de forma direta em “Quem se diz muito perfeito / Na certa encontrou um jeito insosso / Pra não ser de carne e osso”, indicando que negar as próprias falhas leva a uma vida sem sabor, distante da verdadeira experiência humana. Assim, a canção valoriza a autenticidade, a vulnerabilidade e a beleza de ser, literalmente, "de carne e osso".
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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