
Enquanto Durmo
Zélia Duncan
Busca interna e renovação emocional em “Enquanto Durmo”
Em “Enquanto Durmo”, Zélia Duncan explora uma inquietação existencial profunda, evidenciada nos versos repetidos: “Não me salvo porque não me acho / Não me acalmo porque não me vejo”. Esses trechos mostram um sentimento de desencontro consigo mesma, onde nem mesmo o autoconhecimento traz alívio imediato. A atmosfera introspectiva da música reforça esse mergulho nas próprias dúvidas e na dificuldade de encontrar paz interior, tema recorrente nas análises sobre a canção.
A presença da metáfora da chuva, em versos como “Espero a chuva cair / Na minha casa, no meu rosto / Nas minhas costas largas”, representa o desejo de purificação e renovação emocional. A chuva, que ao mesmo tempo lava e afaga, sugere que o processo de transformação pode ser doloroso, mas também acolhedor. O verso “Que afagas enquanto durmo” indica que esse alívio ou mudança acontece de forma inconsciente, durante o sono, quando as defesas estão baixas e a mente pode relaxar. O fato de a música ter integrado a trilha de uma novela e ser associada a uma personagem reforça seu caráter universal: muitos se identificam com a luta interna por autocompreensão e serenidade, tornando “Enquanto Durmo” um retrato sensível das batalhas silenciosas que enfrentamos dentro de nós.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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