
Flores
Zélia Duncan
Gestos de afeto e acolhimento em “Flores” de Zélia Duncan
Em “Flores”, Zélia Duncan utiliza a repetição do gesto de oferecer flores para expressar cuidado e acolhimento que vão além de um simples presente. As flores aparecem como símbolo de afeto constante, sendo oferecidas tanto em momentos de alegria quanto de tristeza: “Flores para quando tu chegares / Flores para quando tu chorares”. Essa insistência mostra um apoio incondicional, sempre presente na vida da pessoa amada.
A expressão “dinâmica botânica de cores” sugere que esse carinho se manifesta de formas variadas, preenchendo todos os espaços da casa e da vida, adaptando-se às necessidades e emoções de quem recebe. A letra também brinca com a ideia das flores como linguagem universal dos sentimentos, indo além do sentido literal. Quando diz “flores pra compores metáforas / antes de comê-las”, a canção sugere que as flores podem ser usadas para criar novos sentidos e até serem incorporadas de maneira íntima e sensorial ao cotidiano. O verso “pra perguntares pra que tantas flores” indica que o excesso é, na verdade, uma demonstração de amor sem limites, onde o gesto vale mais do que qualquer explicação. O contexto do álbum “Sortimento” e a presença frequente da música nos shows de Zélia Duncan reforçam o valor afetivo e simbólico dessa faixa, destacando sua sensibilidade ao transformar gestos simples em poesia do dia a dia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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