
Borboleta
Zélia Duncan
Liberdade e leveza na música “Borboleta” de Zélia Duncan
Em “Borboleta”, Zélia Duncan utiliza a imagem da borboleta para falar sobre a liberdade e o alcance universal da música. A letra destaca que a música não pertence a ninguém e pode tocar qualquer pessoa, independentemente de gênero ou identidade. Isso fica claro nos versos: “ela voa pra onde quer / ela pousa em quem quiser, não é homem e nem mulher”, reforçando a ideia de que a música é livre, fluida e não se limita a rótulos. Essa abordagem reflete o caráter transformador e inclusivo da arte, mostrando como ela pode atravessar fronteiras e se conectar com diferentes públicos.
A canção também explora a presença da música no cotidiano de forma leve e acessível. Ao mencionar palmas, assovios e até o momento em que alguém esquece a letra e canta “na-na-ná-na-nahã”, Zélia aproxima a música do ouvinte, mostrando que ela pode ser vivida de várias maneiras, sem regras fixas. A metáfora da borboleta que “sai do casulo do alto-falante / do carrossel e da roda-gigante” sugere que a música está em todos os lugares, pronta para ser sentida e compartilhada. O refrão repetido, que diz que a música “te invade, te assalta e te faz refém”, ressalta o poder envolvente da arte, capaz de marcar as pessoas de forma inesperada e intensa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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