
Branca
Zequinha de Abreu
O amor idealizado e nostálgico em "Branca" de Zequinha de Abreu
A música "Branca", de Zequinha de Abreu, retrata de forma delicada e nostálgica um amor idealizado e não correspondido, inspirado na figura real de Branca Barreto. A canção nasceu de um improviso do compositor ao ver Branca passar pela estação ferroviária de Santa Rita do Passa Quatro, o que se reflete na atmosfera suave e melancólica da letra. O verso “misto de estrela e de flor” destaca a pureza e a idealização desse sentimento, ao mesmo tempo em que sugere sua fragilidade diante das decepções da vida.
A narrativa acompanha o breve encantamento de Branca por um "estranho tentador" que chega de trem, elemento que remete diretamente ao ambiente ferroviário onde a história aconteceu. O trem simboliza partidas e chegadas, reforçando o caráter passageiro desse amor: “Nunca o sentiu florir porque ele teve que partir / Viu-o embarcar como um dia, após o amar e nunca mais / Sentiu seu puro amor, do jovem tentador!”. A letra mostra que Branca viveu a dor de um amor que não se concretizou, marcado pela ausência e pela saudade. O tom melancólico da melodia reforça esses sentimentos, tornando "Branca" uma valsa que, além de contar um episódio pessoal do compositor, expressa emoções universais de desejo, perda e nostalgia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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