
Quero Comer Um Cu
Zezão
Irreverência e crítica social em "Quero Comer Um Cu"
Em "Quero Comer Um Cu", Zezão aposta no humor escrachado e no duplo sentido para desafiar tabus e provocar o ouvinte, indo além do choque inicial causado pelo título explícito. A repetição do desejo sexual, apresentada de forma quase infantil e brincalhona, funciona como uma crítica bem-humorada à repressão de temas considerados proibidos ou vergonhosos na sociedade. O artista transforma o ato sexual em algo cotidiano e até poético, como nos versos “sangue que esquenta como um cafézim” e “a vida é bela, mesmo sem feder a jasmim”, ironizando a busca por pureza e perfeição.
Expressões como “só cultive que é bom para se memorar” e “não há nada que tá ruim que possa piorar” reforçam a ideia de aproveitar o que há de prazeroso na vida, sem se prender a julgamentos morais. O verso “só quem é feliz é quem já fez um bom anal” escancara o tom provocativo, mas também sugere que a felicidade está ligada à liberdade de experimentar e quebrar padrões. Ao brincar com metáforas como “meu buraco já para mim é como um barco a remar” e “terapia que me acalma, que me dera como alisando o mar”, Zezão mistura sexualidade e autoconhecimento, mostrando que o tema, apesar de polêmico, pode ser tratado com leveza e criatividade. Assim, a música se posiciona como um manifesto irreverente pela liberdade de expressão e pelo direito ao prazer sem culpa.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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