
Cama Vazia
Zezé Di Camargo
Objetos e rotina como marcas da ausência em “Cama Vazia”
Em “Cama Vazia”, Zezé Di Camargo retrata de forma direta como objetos do dia a dia, como a cama e a cadeira, se transformam em símbolos da ausência e da saudade após o fim de um relacionamento. A letra destaca a personificação desses objetos, como na frase “a cadeira parece triste e se sente abandonada” e “a cama já está mais que acostumada a ter nós dois”. Esses detalhes mostram como a rotina compartilhada deixa marcas no ambiente, tornando a solidão ainda mais evidente quando tudo ao redor lembra a pessoa que se foi.
A música utiliza cenas simples do cotidiano para construir um clima de melancolia. Trechos como “fechei a porta, como faço toda noite” e “encostei mais a cortina pra não entrar a luz do dia” revelam o esforço do protagonista em manter hábitos, mesmo sentindo o vazio da separação. O travesseiro “sobrando do meu lado” e os lençóis que “tentam proteger meu peito mas, não sabem convencer” reforçam a tentativa frustrada de encontrar conforto. Assim, “Cama Vazia” expressa a dificuldade de seguir em frente quando o ambiente ainda carrega lembranças do amor perdido, tornando a solidão algo presente em cada detalhe do lar.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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