
Filho do Dono
Zezinho Barros
Responsabilidade coletiva e crítica social em “Filho do Dono”
A música “Filho do Dono”, de Zezinho Barros, aborda de forma direta a responsabilidade coletiva diante dos problemas sociais e ambientais. O verso central, “Eu não sou dono do mundo, mas tenho culpa porque sou filho do dono”, expressa uma autocrítica: mesmo sem sermos os principais responsáveis pelas injustiças, herdamos e perpetuamos comportamentos e estruturas que alimentam a desigualdade, a hipocrisia e a destruição do meio ambiente. O contexto em que a canção foi composta reforça essa ideia, já que Zezinho Barros buscou provocar reflexão sobre como todos, de alguma forma, participam ou se omitem diante dos desafios globais.
A letra utiliza imagens do cotidiano para ilustrar essas questões, como em “Boi com sede bebe lama / Barriga seca não dá sono”, que retrata a escassez e a miséria vividas por muitos. A crítica à alienação social aparece em “A humanidade fecha os olhos pra não ver / Televisão de fantasia e violência”, mostrando como a sociedade prefere ignorar o sofrimento alheio, distraindo-se com entretenimento superficial enquanto problemas graves persistem. Ao citar “A natureza na fumaça se mistura / Morre a criatura e o planeta sente a dor”, a música denuncia a destruição ambiental e suas consequências para todos. Dessa forma, “Filho do Dono” convida o ouvinte a refletir sobre sua própria responsabilidade e a adotar uma postura mais consciente diante das injustiças e do descaso coletivo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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