
A Caneta e a Enxada
Zico e Zeca
Igualdade social e respeito em “A Caneta e a Enxada”
"A Caneta e a Enxada", interpretada por Zico e Zeca, destaca a importância do trabalho manual ao inverter a lógica tradicional de prestígio social. A música apresenta um diálogo direto entre a caneta, símbolo do trabalho intelectual e do status, e a enxada, representante do trabalho rural. A caneta menospreza a enxada por sua ligação com o trabalho braçal, mas a enxada responde mostrando que, sem o trabalho no campo, não haveria base para a educação e o desenvolvimento intelectual. O verso “Eu vim no mundo primeiro, quase no tempo de Adão / Se não fosse o meu sustento ninguém tinha instrução” reforça que o trabalho rural é fundamental para toda a sociedade, inclusive para aqueles que ocupam posições de destaque.
Composta por Teddy Vieira e Capitão Barduíno, a canção faz uma crítica clara à arrogância das elites letradas e valoriza o papel dos trabalhadores rurais na construção do país. O trecho final, “Você diz que escreve tudo, tem uma coisa que não / É a palavra bonita que se chama educação!”, resume a mensagem central: o verdadeiro valor está na humildade e no respeito por todos os tipos de trabalho. Assim, a música utiliza a metáfora da caneta e da enxada para defender a igualdade social e o reconhecimento do trabalhador do campo, mostrando que o progresso depende da colaboração entre diferentes formas de trabalho.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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