
Castelo de Areia
Zilo e Zalo
A efemeridade da felicidade em "Castelo de Areia"
Em "Castelo de Areia", Zilo e Zalo usam a metáfora do castelo de areia para ilustrar a fragilidade dos sonhos e da felicidade no cotidiano rural. O verso “Já fiz meu castelo, hoje meu peito anseia / Foi todo de areia e desmoronou” mostra como as conquistas do protagonista, especialmente o amor e o casamento, eram passageiras e se desfizeram com a morte precoce da esposa. Essa imagem central conecta o sentimento de perda à ideia de que, mesmo quando tudo parece sólido, a vida pode mudar de forma repentina e dolorosa.
A letra retrata a rotina simples de um homem do campo, que encontra alegria em atividades como tocar viola e cuidar dos animais. O tom sereno e resignado reflete a tradição da música sertaneja, valorizando a aceitação do destino e a beleza da vida simples. A chegada da vizinha e o casamento trazem esperança e felicidade, mas a perda repentina devolve o personagem à solidão, agora marcada por uma dor mais profunda. Trechos como “a minha viola coitada / está pendurada no alto do esteio” e “de um jardim de flor numa estrada de espinho” reforçam a transição do contentamento para a resignação. Apesar disso, versos como “Mas sempre com fé em nosso Senhor / De novo eu levo a vida sozinho” mostram que a fé e a esperança ajudam o protagonista a seguir em frente, mesmo diante da transitoriedade da felicidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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