
Poente da Vida
Zilo e Zalo
Saudade e raízes no sertão em “Poente da Vida”
Em “Poente da Vida”, Zilo e Zalo colocam a saudade como elemento central, mostrando como a busca por felicidade longe das origens pode levar a uma vida marcada por nostalgia e arrependimento. A letra conta a história de um homem que deixa o sertão em busca de uma "ilusão" e só percebe tarde demais que sua verdadeira felicidade estava ligada à terra natal e às lembranças da infância. Isso fica claro nos versos: “Só muito tarde entendeu / Que a sua felicidade / Era viver de saudade / Do seu amado sertão”.
A música utiliza imagens da natureza e do cotidiano rural para reforçar o apego às raízes, como em “Fez versos à natureza / E àquele solo bendito” e “O astro rei majestoso / Nas manhãs coloridas / Pintando quadros da vida / Na tela do infinito”. Essas passagens destacam o contraste entre a simplicidade e beleza do campo e a solidão da cidade grande, onde o personagem se sente “marcado pela tristeza”. O título “Poente da Vida” faz referência ao entardecer da existência, sugerindo um momento de reflexão sobre as escolhas feitas e o desejo de reencontrar, mesmo que em sonho, a terra e os amores deixados para trás. A trajetória de Zilo e Zalo, marcada pelo vínculo com a música caipira e as raízes do interior paulista, se reflete na valorização da memória, da família e do sentimento de pertencimento presentes na canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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