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Bandido da Serra Morena

Zita Carreiro e Carreirinho

Letra

    Quem me vê atrás das grades
    Nesta triste solidão
    Pensa que sempre vivi
    Com minha arma na mão

    Ao contrário, meus amigos
    Também tenho um coração
    Trabalhei honestamente
    Para defender meu pão

    Todo instante me lembro
    De minha mãezinha amada
    Me afagando com carinho
    Pedindo ao anjo da guarda

    Que eu seguisse um bom caminho
    Por uma florida estrada
    Enquanto o cruel destino
    Armava minha cilada

    Não tem amor neste mundo
    Que queira viver comigo
    Só tinha perseguição
    Pois esta é a paz de um bandido

    Mas tinha que continuar
    Porque só tinha inimigos
    Dos crimes que pratiquei
    Estou recebendo o castigo

    Nas noites frias sem lua
    Não tinha onde agasalhar
    Nas madrugadas tão tristes
    Só passarinho a cantar

    Capoeiras, grutas e vales
    Que servia de meu lar
    Não tinha uma viva alma
    Que viesse me consolar

    Agora por trás das grades
    A consciência me condena
    Está faltando dois anos
    Para cumprir minha pena

    Quando livrar-me eu quero
    Uma vida honesta e serena
    Quero apagar este nome
    Bandido da serra morena

    Composição: Miguel Santiago, Carreirinho. Essa informação está errada? Nos avise.

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