
Mussurunga
Zonta
Trabalhador brasileiro
Suando o dia inteiro
Segura o busão, motor
Que meu ponto já passou
Mato de sapo
Campo de mussurunga preta
Cabeça no vidro hermético
Mão na jaqueta
Mente distante
Longe, longe como o Japão
Corpo presente
Só quando eu tiro o pé do chão
Ocupa o espaço que é seu
Ocupa o espaço que é meu
Ocupa o espaço que é nosso, nosso, nosso, nosso
Ocupa o espaço que é seu
Ocupa o espaço que é meu
Ocupa o espaço que é nosso
Camarote vem de bala
Nós de respeito
De pulseira prateada
Nós de conceito
Mas se passar por cima
A gente vira furacão
Invade o camarote
E toma tudo de arrastão
Diversão é luxo
Trabalhar obrigação
Assalto de tempo
Mão pra cima, vacilão
Calçada de rato
Escada, passa na catraca
Ratoeira monetária
Escassez inata
Tempo, dinheiro, descanso
Na ponta do anzol
Se fosse por eles
Minha cachaça era formol
Ocupa o espaço que é seu
Ocupa o espaço que é meu
Ocupa o espaço que é nosso, nosso, nosso, nosso
Ocupa o espaço que é seu
Ocupa o espaço que é meu
Ocupa o espaço que é nosso
A revolução sonora começou, rapaz
Saia da frente
Camarote vem de bala
Nós de respeito
De pulseira prateada
Nós de conceito
Mas se passar por cima
A gente vira furacão
Invade o camarote
E toma tudo de arrastão
Pipoca estoura
Pipoca invade, ei ei
Pipoca estoura
Pipoca invade, ei ei



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