
Da Última Vez (A Última Música)
zTokyo
Reflexão e autodescoberta em "Da Última Vez (A Última Música)"
"Da Última Vez (A Última Música)", de zTokyo, explora o impacto do distanciamento emocional e a busca por autoconhecimento diante de mudanças pessoais. O verso “Há tanto tempo que eu não sou eu mesmo” revela um sentimento de alienação, mostrando como o artista sente a necessidade de se afastar de ambientes opressivos para tentar reencontrar sua identidade. A repetição de situações, como em “Igual a gente fez da última vez”, sugere um ciclo de tentativas de superação e recaídas, típico de quem luta para romper padrões antigos, mas ainda sente o peso do passado.
A música também aborda o uso de substâncias como forma de lidar com a dor e o excesso de pensamentos, evidenciado em “Hoje eu não posso ficar sóbrio, eu sei / Que quando eu paro, eu penso muito, tipo de uma vez”. Esse trecho reforça o tom introspectivo e melancólico da canção, mostrando o esforço do personagem em anestesiar sentimentos difíceis enquanto reflete sobre suas relações e escolhas. Já o verso “Você não tá mais nos meus pensamentos, como era antes, como deveria ser” indica um processo de desapego, mas também uma certa confusão sobre o que deveria sentir, reforçando a busca por autodescoberta. A ausência de referências a pessoas ou eventos específicos torna a música universal, permitindo que muitos se identifiquem com o processo de reconstrução após o fim de uma relação ou fase da vida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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