
Dorival
Academia da Berlinda
O dilema entre mar e segurança em "Dorival"
Em "Dorival", da Academia da Berlinda, a letra destaca o conflito vivido por famílias de pescadores do Nordeste. O verso repetido “Val, vai não / Tá cheio de tubarão no mar” expõe o medo real dos perigos do mar, mas também simboliza todos os riscos enfrentados por quem depende da pesca para sobreviver. O "tubarão" funciona como metáfora para ameaças constantes, reforçando o dilema entre a necessidade de sustento e o desejo de segurança, algo muito presente no cotidiano das comunidades litorâneas.
A música constrói uma narrativa marcada pela saudade, pelo amor e pela resiliência. A companheira de Dorival expressa seu medo ao pedir “Arranja um emprego no chão”, desejando que ele abandone o mar para buscar uma vida mais segura. Por outro lado, Dorival responde “Tenho corpo fechado / Minha vida é o mar”, mostrando sua ligação profunda com o ofício e sua identidade de pescador. O refrão “É o mar / Que sempre vai dar de comer” resume a relação de dependência e respeito pelo mar, que, apesar dos perigos, é o que garante o sustento da família e da comunidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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