
Ladeiras
Alceu Valença
Memórias e saudade nas ladeiras de “Ladeiras” de Alceu Valença
Em “Ladeiras”, Alceu Valença utiliza as ladeiras de Olinda como símbolos dos altos e baixos da vida. O trecho “Eu subo e descubro / Que a vida é feito ladeiras / No seu sobe e desce contínuo / Princípio e o fim” mostra claramente como o artista conecta a geografia da cidade ao fluxo das emoções e experiências humanas. As ladeiras representam não só o cenário físico, mas também as mudanças constantes de alegria, saudade e perda que fazem parte da existência.
A canção traz um tom nostálgico ao relembrar amores e momentos vividos durante o carnaval, citando lugares marcantes como a Ladeira da Sé, Ladeira do Amparo e Ladeira da Misericórdia. Segundo Alceu Valença, essas referências são homenagens diretas à cidade de Olinda e à sua atmosfera única. A saudade aparece de forma intensa em versos como “Perdi um amor tão bonito naquela ladeira / Que vai dar no Alto da Sé / No Bar Querubim”, misturando a perda amorosa à memória dos lugares. Ao pedir que a “Ladeira da Misericórdia tenha pena de mim”, o cantor transforma as ruas em confidentes de suas emoções. Assim, “Ladeiras” celebra Olinda e usa suas paisagens para refletir sobre os desafios e sentimentos do cotidiano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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