
Virgem Virgínia
Alceu Valença
A perda da inocência em "Virgem Virgínia" de Alceu Valença
Em "Virgem Virgínia", Alceu Valença usa a personagem Virgínia como símbolo da inocência e juventude que se perdem diante do ritmo acelerado da vida urbana. O verso “Virgem Virgínia se acabou / Essa cidade atropela, atropela, atropela...” mostra como a cidade, com seu cotidiano impiedoso, apaga sonhos e pureza. A repetição de “atropela” reforça a ideia de que o ambiente urbano engole as pessoas e suas histórias, tornando difícil preservar a delicadeza e espontaneidade representadas por Virgínia.
A letra também aborda a dificuldade de se expressar em meio à pressão social, como em “Quer me falar e se escondeu / É a décima vez e se escondeu / Atrás da vitrina de qualquer esquina”. Isso sugere uma juventude tímida, que tenta se proteger do impacto da vida adulta. Quando Alceu cita “Virgínia, a louca, a doida da corte / De aquário”, ele faz referência à excentricidade e liberdade de espírito, características que acabam sufocadas pelo ambiente urbano. O tom leve da canção, misturado a uma melancolia sutil, evidencia a nostalgia por um tempo mais simples e a tristeza pela perda da inocência diante da modernidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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