
Senhora do Monte
Alfredo Marceneiro
A devoção cotidiana em "Senhora do Monte" de Alfredo Marceneiro
"Senhora do Monte", de Alfredo Marceneiro, explora a relação entre o sagrado e o cotidiano ao retratar uma mulher do bairro lisboeta cuja generosidade e compaixão a aproximam da figura da Virgem Maria. Inspirada em uma personagem real ou simbólica, conhecida por sua bondade, a música faz uma analogia direta entre ela e Nossa Senhora, especialmente nos versos: “Aquela divina graça / Que Nossa Senhora tem”. Essa comparação sugere que a santidade pode ser encontrada em gestos simples de solidariedade no dia a dia.
A letra cria uma atmosfera serena ao descrever a casa de esquina como um refúgio para quem precisa: “Na certeza duma esmola / Quando bate àquela porta”. O trecho “Não sei se está na igreja / Se naquela moradia” reforça a ideia de que o divino pode se manifestar fora dos templos, no convívio das pessoas comuns. No final, “Mas não é Nossa Senhora / Que naquela casa mora”, a canção esclarece que, apesar da comparação, trata-se de uma mulher comum, cuja humanidade é o que a torna especial. Assim, "Senhora do Monte" valoriza a santidade presente nos pequenos atos de bondade, aproximando o sagrado do humano de forma acolhedora e acessível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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