
Meu Amor, Meu Amor
Amália Rodrigues
A dualidade do amor em "Meu Amor, Meu Amor" de Amália Rodrigues
"Meu Amor, Meu Amor", interpretada por Amália Rodrigues, explora a relação entre amor e sofrimento de forma intensa e direta. A música utiliza imagens marcantes, como “meu limão de amargura” e “meu punhal a crescer”, para mostrar que a paixão está sempre ligada à dor. Essas metáforas reforçam a ideia de que o relacionamento retratado é profundo, mas também carregado de prazer e sofrimento ao mesmo tempo.
A canção também aborda a sensação de um amor que desafia o tempo, como em “nós parámos o tempo, não sabemos morrer”, sugerindo que esse sentimento é tão forte que parece eterno, mas ao mesmo tempo está preso a um ciclo de dor e renascimento, como em “e nascemos, nascemos do nosso entristecer”. Imagens de afastamento e solidão, como “meu pássaro cinzento a chorar a lonjura do nosso afastamento”, e elementos naturais, como o mar e o céu, ampliam a sensação de desamparo. A repetição de “morremos, morremos devagar, devagar” destaca o fim lento e doloroso desse amor. A colaboração entre Amália Rodrigues, Ary dos Santos e Alain Oulman trouxe uma nova sofisticação ao fado, e nesta música, a profundidade emocional e a complexidade das imagens tornam "Meu Amor, Meu Amor" uma reflexão poderosa sobre a inseparabilidade entre amor e dor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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