
Rosa Vermelha
Amália Rodrigues
Desejo e entrega total em “Rosa Vermelha” de Amália Rodrigues
Em “Rosa Vermelha”, Amália Rodrigues utiliza a imagem da rosa vermelha para expressar a intensidade e a dualidade das paixões profundas. A escolha desse símbolo central revela tanto o desejo ardente quanto o sofrimento que acompanha amores avassaladores. A colaboração entre Alain Oulman e Ary dos Santos, marcada pelo uso de metáforas modernas e ousadas, contribui para a profundidade poética da canção e a consolida como um marco na música portuguesa.
Na letra, a rosa vermelha “aberta dentro do peito” representa um sentimento que consome e transforma, misturando amor, desejo e até dúvidas sobre a própria identidade, como nos versos “já nem sei se é comigo / Se é contigo que eu me deito”. A comparação da rosa com uma romã, “pois quando aberta de noite / Não se fecha de manhã”, sugere uma paixão que não se apaga, permanecendo viva e exposta. O trecho “pus uma rosa vermelha / Na fogueira do teu rosto / Mereço ser condenada / Por crime de fogo posto” usa a metáfora do fogo para mostrar o risco e a entrega total ao sentimento, reconhecendo as consequências de se render a uma paixão tão intensa. Por fim, a repetição de “trago uma rosa vermelha / Não preciso de mais nada” reforça que esse amor, mesmo sendo uma condenação, é tudo o que importa, resumindo a entrega absoluta ao desejo e à paixão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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