
O Corpo É Que Paga
António Variações
Reflexão sobre limites e prazer em “O Corpo É Que Paga”
A música “O Corpo É Que Paga”, de António Variações, aborda de forma direta e irônica como as decisões impulsivas ou descontroladas acabam afetando o corpo, que sofre as consequências físicas dessas escolhas. O verso “Quando a cabeça não tem juízo / Quando te esforças mais do que é preciso / O corpo é que paga” resume bem essa ideia, mostrando que o excesso, seja de trabalho, prazer ou ansiedade, sempre cobra seu preço no físico. Variações propõe uma reflexão sobre o equilíbrio entre mente e corpo, alertando para os riscos de ignorar os próprios limites.
A letra traz exemplos do cotidiano, como o nervosismo que leva a roer as unhas (“A unha é que paga / Não paras de roer / Nem que esteja a doer”) e o consumo exagerado como fuga para a confusão mental (“Ingeres tudo o que te vem à mão / O corpo é que fica / Fica a cair sem resistir”). Essas situações aproximam a canção do público, tornando o tema universal. O refrão “Deix'ó pagar deix'ó pagar / Se tu estás a gostar” sugere uma aceitação, às vezes prazerosa, do sofrimento físico quando ele traz satisfação momentânea, o que pode ser visto tanto como crítica quanto como constatação da natureza humana. A mistura de referências tradicionais portuguesas com elementos pop-rock reforça a atualidade e a universalidade da mensagem, tornando “O Corpo É Que Paga” uma reflexão relevante sobre autocontrole, prazer e responsabilidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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