
Minutos
Ricardo Arjona
Reflexão sobre o tempo e a perda em “Minutos” de Ricardo Arjona
Em “Minutos”, Ricardo Arjona explora de forma direta e sensível a relação entre o tempo e a perda. A expressão “el cadáver del minuto que pasó” (“o cadáver do minuto que passou”) mostra como cada instante vivido se torna imediatamente inalcançável, reforçando a ideia de que o tempo, uma vez passado, é irrecuperável. Esse sentimento é intensificado por versos como “minutos, como sal en la herida” (“minutos, como sal na ferida”) e “minutos son la morgue del tiempo” (“minutos são o necrotério do tempo”), que associam a passagem dos minutos à dor e à impossibilidade de reviver momentos importantes, especialmente diante da ausência de alguém querido.
O videoclipe, gravado em uma prisão e conectado à narrativa de “El Problema”, amplia o sentido de aprisionamento emocional. A prisão representa o confinamento nas próprias lembranças e arrependimentos, sugerindo que o personagem está preso ao passado e à solidão, como no verso “mi soledad es tu venganza” (“minha solidão é sua vingança”). A casa, chamada de “un cementerio de historias” (“um cemitério de histórias”), reforça a ideia de que o lar se transformou em um espaço de memórias enterradas, onde cada objeto e cada minuto vivido carrega o peso da ausência. Assim, “Minutos” propõe uma reflexão sobre como lidar com as perdas e a passagem do tempo, destacando a importância de valorizar cada momento antes que ele se torne apenas mais uma lembrança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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