
O Vento e a Rosa
Assis Valente
Relações efêmeras e solidão em “O Vento e a Rosa”
Em “O Vento e a Rosa”, Assis Valente utiliza a personificação do vento e da rosa para abordar a fragilidade dos relacionamentos e a dor da desilusão amorosa. O vento, descrito como livre e inconstante, simboliza amores passageiros e a dificuldade de se apegar. Isso fica evidente no trecho: “Mas o destino do vento é correr, é viver / Sem gostar de ninguém”, que reforça a ideia de que o vento não pertence a lugar algum, representando relações efêmeras e a frustração de quem espera reciprocidade.
A rosa, por outro lado, representa quem se entrega ao amor sem conhecer a verdadeira natureza do outro. Ao se apaixonar pelo vento, ela acaba murchando de tristeza ao perceber que ele não voltará. Essa metáfora reflete a busca de Assis Valente por felicidade e a constante desilusão amorosa, temas recorrentes em sua obra. A presença da abelha dourada como testemunha do sofrimento da rosa intensifica o tom de lamento, mostrando que a dor da perda não passa despercebida. Assim, a música trata de forma sensível o sentimento universal de amar alguém que não pode retribuir, usando imagens delicadas para expressar solidão e perda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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