
Cai, Cai, Balão
Assis Valente
Reflexão sobre sonhos e desilusões em “Cai, Cai, Balão”
A música “Cai, Cai, Balão”, de Assis Valente, transforma uma cantiga de roda tradicionalmente alegre em uma reflexão sobre sonhos frustrados e desilusões. O balão, símbolo das festas juninas, é usado para representar a fragilidade dos desejos e esperanças humanas. No verso “Você não deve subir / Quem sobe muito / Cai depressa sem sentir”, o compositor alerta sobre os riscos de alimentar expectativas elevadas, mostrando que quanto mais alto se sonha, maior pode ser a queda diante da realidade.
Composta em 1933, a canção reflete o contexto histórico e a trajetória de Assis Valente, conhecido por unir melodias alegres a letras profundas. Ao dizer “o vento da mentira / Derrubou sem piedade / O balão do meu destino / Da cruel realidade”, Valente associa a queda do balão à perda da inocência e às decepções da vida adulta. A metáfora se aprofunda quando o narrador se compara ao balão: “Vou subindo de mentira / No azul da ilusão”, revelando que sua trajetória é marcada por ilusões passageiras e saudades de um amor que “foi a fogueira / Que bem cedo se apagou”. Assim, “Cai, Cai, Balão” vai além do universo festivo e se torna um retrato sensível da vulnerabilidade humana diante dos sonhos e do tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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