
There But For Fortune
Joan Baez
Empatia e acaso em "There But For Fortune" de Joan Baez
"There But For Fortune", interpretada por Joan Baez e composta por Phil Ochs, destaca como a linha entre uma vida comum e situações de sofrimento pode ser tênue, muitas vezes determinada apenas pelo acaso. O verso repetido “and there but for fortune, go you or I” (“e lá, não fosse a sorte, iríamos você ou eu”) reforça a ideia de que qualquer pessoa pode, por circunstâncias fora do próprio controle, acabar enfrentando prisão, pobreza, vício ou guerra.
A música ganhou força em contextos de protesto e empatia social, especialmente após a Guerra do Vietnã, quando se tornou símbolo de solidariedade e consciência coletiva, como no dueto histórico entre Baez e Ochs. Cada estrofe apresenta personagens marginalizados — o prisioneiro, o morador de rua, o alcoólatra e o país devastado pela guerra — e os humaniza ao lembrar que todos têm razões para terem chegado àquela situação. Termos como “young man” (“jovem”) e “young land” (“terra jovem”) mostram que essas realidades não são distantes, mas possíveis para qualquer um, especialmente para os jovens, caso a sorte falhe. Assim, a canção não só denuncia desigualdades, mas também convida à compaixão e à reflexão sobre o papel do acaso na vida, sendo um lembrete atemporal da importância de olhar para o outro com compreensão e humildade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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