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    Simplicidade e crítica social em “Cidadão da Mata”

    “Cidadão da Mata”, de Baiano e Os Novos Caetanos, faz uma crítica bem-humorada à sociedade urbana e consumista dos anos 1970, ao mesmo tempo em que valoriza a vida simples do campo. O verso “Amo, amo a mata porque nela não há preços” ressalta como a natureza é vista como um espaço livre das pressões econômicas e sociais, oferecendo autenticidade e paz, em contraste com a vida nas cidades. O grupo, conhecido por usar o humor para satirizar questões sociais e políticas do Brasil, reforça essa mensagem ao longo da música.

    A letra apresenta cenas do cotidiano rural, como “meu rancho de palha”, “meu cão, minha gralha” e “a água na lata”, transmitindo orgulho e satisfação com o essencial. O refrão “Cidadão da mata, eu sou” reforça esse sentimento de pertencimento e harmonia com a natureza. No final, a canção brinca com o ditado popular “a esperança é a última que morre”, subvertendo-o com “quem morre por último é o herói / E o herói é o cabra que não teve tempo de correr”. Essa ironia, característica do grupo, sugere que o valor está em saber viver e se adaptar, não em buscar heroísmos vazios. Assim, a música mistura leveza, crítica social e celebração da vida simples, usando a sátira para provocar reflexão de forma descontraída.

    Composição: Arnaud Rodrigues / Chico Anísio. Essa informação está errada? Nos avise.

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