
Mademoiselle
Berry
Memórias persistentes e vulnerabilidade em “Mademoiselle”
Em “Mademoiselle”, Berry explora como lembranças e experiências passadas, especialmente ligadas ao amor, permanecem presentes e difíceis de esquecer. A artista utiliza imagens como “velho bubble-gum que cola nos sapatos” e “cheiro de rum que gruda na pele” para ilustrar como certas memórias e arrependimentos se tornam incômodos constantes, acompanhando a narradora mesmo quando ela tenta seguir em frente. O tom confessional da música aparece em versos como “coisas que eu sei, que eu calo”, mostrando uma luta interna entre o desejo de se abrir e o medo das consequências de revelar sentimentos e segredos.
O refrão “Je crains d'en savoir un peu trop, l'amour aura ma peau” (“Eu temo saber um pouco demais, o amor terá minha pele”) resume o receio de se envolver profundamente e acabar vulnerável diante do amor. Berry também faz referência a objetos como “Smith & Wesson” e “o filtro dos Winston”, ampliando a ideia de que o amor pode ser tão perigoso e viciante quanto armas ou cigarros. A repetição de “comme un homme” (“como um homem”) ao final de várias imagens reforça a ligação dessas marcas persistentes com relações amorosas, sugerindo que o amor é uma força inevitável e, por vezes, destrutiva. Assim, a canção constrói uma narrativa de vulnerabilidade, onde o medo de se entregar se mistura à impossibilidade de escapar das marcas deixadas pelo amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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