
Doce Refúgio
Beth Carvalho
O Cacique de Ramos como lar em "Doce Refúgio"
"Doce Refúgio", interpretada por Beth Carvalho, destaca o Cacique de Ramos como muito mais do que um bloco de samba: é apresentado como um espaço de acolhimento, memória e identidade para a comunidade do samba carioca. A letra, escrita por Luiz Carlos da Vila, utiliza imagens como “cantam os passarinhos das manhãs” e “até as tamarineiras são da poesia guardiãs” para mostrar o Cacique como um ambiente protegido, onde a natureza e a cultura se unem para criar um abrigo poético e inspirador. Essas referências reforçam o papel do local como um verdadeiro santuário para quem frequenta, indo além da música e se conectando à história e à tradição do samba.
O verso “É o Cacique pra uns a cachaça, pra outros a religião” resume a diversidade de significados que o bloco tem para diferentes pessoas: para alguns, é um espaço de festa e descontração; para outros, é quase sagrado, um lugar de devoção ao samba. O Cacique de Ramos é reconhecido como berço de grandes nomes e movimentos do samba, como o Fundo de Quintal, o que reforça sua importância como refúgio para quem busca pertencimento, alegria e expressão artística. Ao interpretar a canção, Beth Carvalho também homenageia sua própria relação com o Cacique, tornando "Doce Refúgio" um tributo tanto pessoal quanto coletivo à força e à resistência do samba no subúrbio do Rio de Janeiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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