
Bruja Encabronada
Brujeria
Resistência e fúria feminina em "Bruja Encabronada"
A música "Bruja Encabronada", da banda Brujeria, utiliza a figura da bruxa como símbolo de resistência e indignação diante da violência de gênero. O termo "bruja encabronada" (bruxa furiosa) é ressignificado, deixando de ser apenas um estereótipo folclórico para representar mulheres que enfrentam abusos e injustiças. Isso fica evidente nos versos “Aquí estoy parada / Pa peliar abusadores” e “Pa las desaparecidas”, que mostram a disposição de lutar contra agressores e denunciar o desaparecimento de mulheres, uma realidade marcante na América Latina. O histórico da banda, conhecida por letras de forte teor social e político, reforça essa abordagem direta e combativa.
A participação de Jessica Pimentel nos vocais traz ainda mais autenticidade e força à mensagem, especialmente quando a letra afirma: “La culpa no era mía, ni dónde estaba, ni cómo vestía” (A culpa não era minha, nem de onde eu estava, nem de como eu me vestia), frase que ecoa protestos feministas latino-americanos. A referência à máscara na música simboliza tanto a necessidade de proteção quanto a pressão para esconder a raiva em uma sociedade que silencia mulheres. Ao dizer “Voy a armar un ejército / De brujas bien cabronas” (Vou formar um exército / De bruxas bem furiosas), a canção convoca à união e à luta coletiva. O refrão “Soy bruja encabronada” resume o espírito de resistência, mostrando que a fúria feminina é uma resposta legítima e necessária diante da opressão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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