
Viola Divina
Bruna Viola
A espiritualidade e tradição em “Viola Divina” de Bruna Viola
Em “Viola Divina”, Bruna Viola utiliza a imagem das doze cordas da viola para criar uma forte conexão entre o instrumento e elementos sagrados, como os doze apóstolos da Santa Ceia. Essa comparação transforma a viola em um símbolo quase religioso, essencial para quem canta e vive a música sertaneja. A letra amplia essa ideia ao associar as cordas também aos doze meses do ano e às doze horas do dia e da noite, mostrando que a viola está presente em todos os momentos da vida do artista, seja em tempos de alegria ou tristeza. Assim, o instrumento se torna uma extensão inseparável da identidade do cantador, acompanhando-o em todas as fases da existência.
O verso “Não aprendi fazer guerra, na escola da cantoria / Fazer guerra é muito fácil, eu quero ver fazer poesia” valoriza a arte e a cultura como formas de resistência e expressão superiores à violência. O pedido para “Deus matar a morte e pro cantador não morrer” expressa o desejo de eternizar a tradição da música caipira, mostrando que, enquanto houver viola, a cultura do cantador seguirá viva. Ao interpretar “Viola Divina”, Bruna Viola reafirma seu compromisso com a preservação da música sertaneja de raiz, celebrando a viola como fonte de vida, identidade e resistência cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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