
Coyote
Buck-Tick
Saudade e redenção no reencontro de "Coyote" do Buck-Tick
Em "Coyote", do Buck-Tick, a repetição do verso “chame meu nome” expressa um forte desejo de reconexão com alguém importante do passado. Esse apelo mostra a necessidade de ser lembrado e de recuperar uma ligação perdida. Ao mesmo tempo, a frase “pisando cadáveres, simplesmente caminhando” indica que cada passo do narrador é marcado pelo peso de lembranças e arrependimentos, sugerindo que o avanço na vida é inevitavelmente acompanhado por dores e marcas do que ficou para trás.
A letra traz imagens marcantes, como o hibisco no cabelo e o pôr do sol descrito como “suicídio”. O hibisco, símbolo de delicadeza e paixão, reforça a ideia de beleza passageira, enquanto o pôr do sol representa o fim de um ciclo. O uso da palavra “suicide” (suicídio) sugere uma despedida definitiva, não necessariamente literal, mas de um sentimento, momento ou relação. O pedido por um “beijo de perdão” e a constatação de que “nunca mais haverá um pôr do sol assim” intensificam o tom de melancolia e arrependimento. O narrador busca redenção e um último gesto de intimidade antes de aceitar a perda. "Coyote" retrata, de forma sensível, a saudade, o desejo de reviver o passado e a difícil necessidade de seguir em frente, mesmo quando o coração ainda está preso ao que já se foi.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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